A cirurgia ginecológica moderna evoluiu significativamente nas últimas décadas, permitindo tratamentos cada vez mais precisos, seguros e com recuperação mais confortável. Minha atuação é voltada principalmente para cirurgias minimamente invasivas aplicadas às principais doenças ginecológicas, com foco em endometriose, miomas, neoplasias ginecológicas e alterações que exigem intervenção cirúrgica criteriosa.
Cada procedimento é planejado individualmente, considerando sintomas, exames de imagem, histórico reprodutivo, expectativas e condições clínicas da paciente.
Os miomas podem ser tratados de diferentes maneiras, dependendo da localização, tamanho, sintomas e desejo reprodutivo.
Principais técnicas:
• Miomectomia laparoscópica
• Miomectomia histeroscópica (para miomas submucosos)
• Miomectomia convencional quando indispensável
Sempre priorizo técnicas minimamente invasivas quando possíveis, reduzindo risco cirúrgico e otimizando a recuperação.
A endometriose é uma das áreas de maior complexidade dentro da ginecologia cirúrgica.
O objetivo da cirurgia é:
• Remover completamente as lesões
• Preservar estruturas importantes
• Restaurar anatomia da pelve
• Reduzir dor crônica
• Melhorar fertilidade, quando relevante
A videolaparoscopia é considerada o padrão ouro.
Em casos com acometimento intestinal ou urinário, a abordagem é multidisciplinar.
Realizo procedimentos cirúrgicos para tumores ginecológicos benignos e malignos, com enfoque em:
• Avaliação diagnóstica
• Ressecções seguras
• Estadiamento cirúrgico
• Abordagens minimamente invasivas quando apropriado
A condução cirúrgica em oncologia ginecológica exige planejamento rigoroso e acompanhamento pós-operatório estruturado.
A videolaparoscopia é uma técnica minimamente invasiva que utiliza pequenas incisões, câmera de alta definição e instrumentos delicados. É indicada para investigação e tratamento de diversas condições ginecológicas.
Principais vantagens:
• Recuperação mais rápida
• Menor dor pós-operatória
• Melhor visualização da pelve
• Redução de aderências
• Maior precisão em áreas profundas
Indicações frequentes:
• Endometriose
• Cistos ovarianos
• Miomas subserosos e intramurais selecionados
• Doenças inflamatórias pélvicas crônicas
• Aderências e dor pélvica de causa cirúrgica
A histeroscopia é um procedimento realizado por via vaginal, sem cortes, com uma câmera fina que permite visualizar e tratar alterações dentro do útero.
Indicações comuns:
• Pólipos endometriais
• Miomas submucosos
• Sangramento uterino anormal
• Sinéquias uterinas (aderências)
• Avaliação de cavidade uterina em infertilidade
A histeroscopia diagnóstica é rápida, pouco desconfortável e geralmente dispensa internação.
A histeroscopia cirúrgica permite correções precisas com mínima invasão.
Após a cirurgia, o acompanhamento é contínuo e inclui:
A cirurgia pode ser recomendada quando:
Para entender opções de tratamento e condutas possíveis, estou à disposição para uma consulta detalhada.